O LUTO E A SAÚDE DO CORAÇÃO

“Coração partido”

Perder um ente querido é uma experiência emocionalmente avassaladora, mas o impacto vai além do aspecto subjetivo. O fenômeno do “coração partido” não é apenas uma expressão coloquial; é uma realidade científica que merece nossa atenção.

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No contexto do luto, termos como desgosto são frequentemente usados para descrever a dor intensa que acompanha o desespero e a ansiedade.

No entanto, pesquisas sérias revelam que essa dor pode transcender o âmbito subjetivo. Estudos científicos demonstraram um aumento significativo no risco de mortalidade após a perda de um ente querido, especialmente em relação a doenças cardiovasculares.

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Em uma pesquisa abrangente com viúvos, foi observado que o risco de doença coronária dobrou nos seis meses seguintes à perda. Surpreendentemente, esse aumento no risco de doença cardíaca mostrou-se mais significativo do que os riscos associados ao tabagismo .

A conexão entre o estresse físico e emocional associado ao luto e a saúde do coração não pode ser subestimada.

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Essa interligação literal entre o sofrimento emocional e o impacto no coração apresenta uma oportunidade crucial para abordar as escolhas de cuidados pessoais de quem está enlutado. Neste contexto, é imperativo considerar não apenas o aspecto emocional, mas também a saúde física durante o processo de luto.

Este fenômeno do “coração partido” não só valida a intensidade do sofrimento, mas também destaca a importância de abordagens psicoterapêuticas. Ao reconhecer a ligação entre o emocional e o físico, os profissionais podem orientar os enlutados a explorar terapias de controle do estresse. Essas terapias não apenas proporcionam alívio emocional, mas também podem ter um impacto positivo na saúde cardiovascular, mitigando os riscos associados ao luto.

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Para a maioria dos indivíduos enlutados, com o tempo e a persistência, o luto passa e a experiência pode ser vista em retrospectiva como um processo necessário e saudável de abandono.

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No entanto, para outros indivíduos, este processo não é tão simples. O processo de luto pode ficar obstruído ou seguir uma trajetória que se assemelha a um gradiente descendente (em oposição à curva em forma de U que representa a trajetória normal do luto). Isto prolonga a duração da experiência de luto em anos e transforma-a de um processo saudável num grave problema de saúde mental/física


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