ANSIEDADE DE FORMA SUPER SIMPLES

A ansiedade é um estado de alerta generalizado.

De forma simples que acontece com o seu corpo para que desemboque naquilo que se chama até erroneamente de sintomas de ansiedade. Você já vai entender tudo isso. Por que você sente taquicardia, falta de ar, dores no peito? Por que você sente tremores, tonturas, as náuseas, os enjoos, o suor frio nas extremidades?

Não pratique a automedicação em hipótese alguma, porque você coloca em risco a sua saúde. Procure um profissional da área da área de saúde mental para fazer o acompanhamento qualquer que seja o seu diagnóstico. Os vídeos que eu publico aqui são orientativos e esclarecedores, mas não substitui o bom e velho tratamento psiquiátrico.

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Para a gente entender o porquê de todos esses sintomas, é muito importante a gente relembrar o que é ansiedade. Que a ansiedade não é uma doença. A ansiedade é uma emoção. Você está com ela disfuncional nesse momento.

A ansiedade é um estado de alerta generalizado. E esse estado de alerta, ele é coordenado por uma parte do nosso cérebro que se chama amígdala. A amígdala é o botão de liga e desliga da ansiedade.

Do medo. A função da amígdala é receber os estímulos do meio externo por meio da nossa percepção e discriminar os estímulos de perigo e de não perigo. A amígdala não tem a capacidade de interpretar se esse perigo é real, potencial ou imaginário. Ela apenas discrimina se existe perigo ou não. No cérebro de um ansioso funcional, a amígdala geralmente está desligada.

Ela só é ativada diante de um perigo ou das ameaças do mundo externo. Quando uma resposta de alerta, que é medo ou ansiedade, são necessários para resolver essa equação de perigo e essa ameaça, a amígdala é acionada e toda uma reação em cadeia no seu corpo se inicia. Agora, quando esse botão é constantemente acionado em falso pela percepção constante de perigos potenciais, como por exemplo, perdeu emprego,

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o perigo de ser rejeitado por alguém numa relação, o perigo de não pertencer a algum grupo social, ou o perigo de se sentir inferior, a amígdala, ela recebe todas essas mensagens como perigos reais, e passa a ficar o tempo todo ligada. O tempo todo o botão da amígdala dispara a sensação de medo e de ansiedade. É nesse momento que surge a ansiedade disfuncional.

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Podendo ser um transtorno de ansiedade generalizada, uma fobia ou o pânico que é o caso mais estranho. Quando você tem como padrão ver perigo e interpretar perigo em tudo, os níveis de ansiedade passam a ficar altos o tempo todo, passam a ser constantes.

E quando isso acontece, a sua amígdala entende que esse nível de ansiedade é o normal, que ele é aceitável e estabelece um novo limiar, um novo padrão. A amígdala se adapta a isso.
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Ela entende que esse nível de ansiedade deve ser mantido e ela se automatiza nessa resposta. Por isso que muitas vezes você começa a sentir a ansiedade ou as crises da ansiedade ou os sintomas do nada.

Os limiares, ou seja, o gatilho mínimo para que uma crise de ansiedade dispare passam a ficar cada vez mais baixos. O medo constante cria uma resposta padrão da ansiedade que é a fuga, a luta ou a paralisia. E é esse mecanismo
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da fuga da luta e da paralisia que a gente vai entender agora. Esse mecanismo foi desenhado para mobilizar o nosso cérebro e o nosso corpo para lutar contra um inimigo, fugir de uma avalanche, por exemplo, ou se paralisar para se esconder de um predador. Mas o nosso cérebro não interpreta corretamente os perigos.
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E às vezes ele percebe situações com perigo apenas potencial ou até situações seguras como perigosas e desencadeia a mesma resposta. Como alarmes falsos. A nossa amígdala, que é o nosso cão de guarda cerebral, percebe e sente o perigo, sendo real ou potencial. O nosso corpo entra no modo de sobrevivência mais rápido do que nossa mente racional pode reagir.
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E nos faz ficar tentando explicar porque estamos com medo mortal e aterrorizante se nada tão grave está se apresentando. Quando o mecanismo de reação à fuga e à luta é acionado o cérebro vai precisar de mais sangue para pensar mais rápido e para reagir.

Para isso, uma cadeia de sensações corporais começa mais comumente conhecida como medo. Começamos a respirar mais rapidamente e de forma mais curta
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causando o que se chama hiperventilação. Isso acontece para ajudar o coração a bombear mais sangue para o cérebro. Esse fenômeno pode causar fortes dores no peito, o que muitos interpretam como sintomas de um infarto, quando na verdade é apenas um resultado do mecanismo de reação à fuga e à luta, que pode ser aliviado e dissipado com técnicas diversas, como respirações específicas.

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