Sua cuca e as preocupações

Embora essa realidade psicológica não seja mais do que uma emoção natural quando percebemos uma ameaça, muitas de nossas preocupações são infundadas e até obsessivas, levando-nos a estados de grande exaustão nos quais perdemos energia e motivação.

Estresse, ansiedade, cansaço permanente, falta de energia, pessimismo… a forma como a preocupação afeta o cérebro é tóxica; levamos todos os nossos recursos emocionais ao limite até sentirmos uma ameaça constante. O modo como a preocupação afeta o cérebro pode ser resumido em uma palavra: toxicamente.

Embora essa realidade psicológica não seja mais do que uma emoção natural quando percebemos uma ameaça, muitas de nossas preocupações são infundadas e até obsessivas, levando-nos a estados de grande exaustão nos quais perdemos energia e motivação.

Algo que sabemos bem do ponto de vista psicológico é que os efeitos de se preocupar demais podem inclusive ser mais perigosos do que o que realmente nos preocupa. Parece um jogo de palavras, mas vai além disso. Quando estamos nesses estados em que o estresse se intensifica e distorce até o mínimo detalhe, tudo acaba fora de controle, tomamos as piores decisões e o desconforto emocional aumenta. Por exemplo, quanto mais obcecados ficamos com a nossa má qualidade de sono, mais insônia temos.

Quanto mais nos preocupamos em nos mostrarmos eficazes e perfeitos em nosso trabalho, mais cometemos erros. Além disso, se nos preocupamos demais com a possibilidade de nosso parceiro nos deixar, criamos situações em que a outra pessoa se sente mais pressionada e desconfortável. Assim, quanto mais pressão gerarmos em nossa mente, pior nosso cérebro responderá. Esgotaremos todos os seus recursos, teremos mais lapsos de memória e nos sentiremos exaustos. Devido à biologia do estresse, a lista de efeitos associados à preocupação excessiva é imensa.

“O amanhã tem duas alças; podemos segurá-lo com a alça da ansiedade ou com a alça da calma”. -Henry Ward Beeche-

O modo como a preocupação afeta o cérebro pode ser resumido em uma palavra: toxicamente. Embora essa realidade psicológica não seja mais do que uma emoção natural quando percebemos uma ameaça, muitas de nossas preocupações são infundadas e até obsessivas, levando-nos a estados de grande exaustão nos quais perdemos energia e motivação. Algo que sabemos bem do ponto de vista psicológico é que os efeitos de se preocupar demais podem inclusive ser mais perigosos do que o que realmente nos preocupa.

Parece um jogo de palavras, mas vai, além disso. Quando estamos nesses estados em que o estresse se intensifica e distorce até o mínimo detalhe, tudo acaba fora de controle, tomamos as piores decisões e o desconforto emocional aumenta. Por exemplo, quanto mais obcecados ficamos com a nossa má qualidade de sono, mais insônia temos.

Quanto mais nos preocupamos em nos mostrarmos eficazes e perfeitos em nosso trabalho, mais cometemos erros. Além disso, se nos preocupamos demais com a possibilidade de nosso parceiro nos deixar, criamos situações em que a outra pessoa se sente mais pressionada e desconfortável.

Assim, quanto mais pressão gerarmos em nossa mente, pior nosso cérebro responderá. Esgotaremos todos os seus recursos, teremos mais lapsos de memória e nos sentiremos exaustos. Devido à biologia do estresse, a lista de efeitos associados à preocupação excessiva é imensa.

É possível que você esteja se preocupando em excesso com o seu trabalho porque, na verdade, você se sente insatisfeito, porque não está feliz, porque ele não o satisfaz. Aprofunde-se nessas ideias. Não tome decisões baseadas apenas no seu humor.

Antes de decidir e agir, mantenha a calma e passe cada pensamento pelo filtro da razão. As emoções são importantes, mas se combinadas com o raciocínio pausado e focado, você sempre agirá melhor.

Estresse, ansiedade, fadiga persistente, falta de energia, pessimismo… a maneira como a preocupação afeta o cérebro é prejudicial. Levamos nossos recursos emocionais ao limite, sentindo uma ameaça constante.

A influência da preocupação no cérebro pode ser resumida em uma palavra: toxicidade. Embora seja uma emoção natural quando percebemos uma ameaça, muitas vezes nossas preocupações são infundadas e até mesmo obsessivas, levando-nos a estados de exaustão extrema, onde perdemos energia e motivação.

Um fato bem conhecido do ponto de vista psicológico é que os efeitos de se preocupar demais podem ser mais perigosos do que a própria preocupação. Parece contraditório, mas é a realidade.

Quando estamos nesses estados em que o estresse se intensifica e distorce os mínimos detalhes, tudo acaba saindo do controle, tomamos as piores decisões e o desconforto emocional aumenta.

Por exemplo, quanto mais obcecados ficamos com a qualidade ruim do nosso sono, mais insônia sofremos. Quanto mais nos preocupamos em ser eficientes e perfeitos no trabalho, mais cometemos erros.

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Além disso, se nos preocupamos demais com a possibilidade de nosso parceiro nos deixar, criamos situações em que a outra pessoa se sente mais pressionada e desconfortável.

Portanto, quanto mais pressão exercermos em nossa mente, pior será a resposta do nosso cérebro. Esgotaremos todos os seus recursos, teremos mais lapsos de memória e nos sentiremos exaustos. Devido à biologia do estresse, a lista de efeitos associados à preocupação excessiva é imensa.

Vamos refletir sobre esses pontos por um momento:

Analise seus pensamentos irracionais. Mesmo que você não acredite, cerca de 80% das suas preocupações são desproporcionais e não têm uma base lógica.

Compartilhe suas emoções, nomeie-as, liberte-as, traga-as à luz. É possível que você esteja se preocupando demais com o trabalho porque, na realidade, você se sente insatisfeito, infeliz, porque ele não te realiza. Aprofunde-se nessas ideias.

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Não tome decisões apenas com base no seu estado de humor. Antes de decidir e agir, mantenha a calma e avalie cada pensamento racionalmente. As emoções são importantes, mas quando combinadas com o pensamento racional e concentrado, você sempre tomará decisões melhores.
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